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Atualização do App Google+ para Android

Possuir um smartphone com o sistema operacional Android, (criado pelo Google) significa ter integração total com os serviços oferecidos pelo Google, como Gmail, Google Maps, Google Docs, além do serviço de armazenamento em nuvem, usando o mesmo email que você já possui.

Esse sistema operacional permite enviar emails, assistir vídeos, acessar sites, jogar, fazer downloads de várias apps como Twitter e Facebook, entre outros serviços ofertados. Esse sistema foi adotado por diversos fabricantes de celular, tornando muito instigante a escolha daquele que satisfaz as suas exigências. Cada marca de celular adaptou o sistema operacional de maneira que melhor atendesse às características nas especificidades de cada aparelho.

Para se manter atualizado nesse mundo em constante inovação e modernização em termos tecnológicos e não perder dinheiro com a sua antiga versão de smartphone, convém anunciar grátis em sites especializados para ter um retorno imediato e poder investir no seu novo aparelho que acompanhe todas essas novidades no mundo dos Apps.

Seguindo a “Evolução das espécies”, vemos as atualizações da aplicação Google+, ou Google Plus, conhecida como um tipo de rede social, e agregador, ganhou uma atualização, com novidades incríveis, algumas das melhores são: Edição de fotos com google plus, você pode editar uma foto na nuvem e depois terminar o trabalho no pc de casa, por exemplo, agora você pode tirar a foto começar a editar no seu smartphone e acabar no pc, e todas as modificações ficam armazenadas, em todos os dispositivos, além de poder editar ou desfazer as modificações.

Gifs, agora você pode criar GIFs animados e imagens.
Gifs, agora você pode criar GIFs animados e imagens.

Auto Awesome Stories e Auto Awesome Movies: No “Stories” fica fácil combinar fotos, vídeos e lugares que você visita, criando automaticamente uma espécie de livro de memórias e no “Movies” é focado em eventos específicos, como aniversários, reunindo fotos, vídeos e até uma trilha sonora para esse evento.

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É possível visualizar uma imensa quantitade de fotos, basta navegar na sua biblioteca de fotos, por data, arrastar a nova barra de rolagem e mover para frente ou para trás no tempo.

Se você não é um fã de Google Plus, acredite agora vai ser muito mais agradável e rápido navegar e compartilhar conteúdos, a aplicação é muito útil para quem gosta de dividir cada momento com amigos e familiares, além de ser fácil e muito cômoda de usar.

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Nossa política de uso

Políticas de uso e direitos autorais

Nossos artigos são feitos sob medida para nossos leitores, o que significa que você nunca encontrará no OrgulhoGeek um artigo copiado de outro site. Isso significa conteúdo exclusivo e de qualidade para que você, leitor, possa ler, imprimir e compartilhar nas redes sociais.

Sendo assim, caso você seja um blogueiro e queira utilizar conteúdo criado no OrgulhoGeek, você poderá fazê-lo atendendo às seguintes regras:

  • Você poderá copiar 1 (um) parágrafo ou trecho de texto contendo até 256 caracteres, incluindo espaçamentos;
  • Deverá mencionar o autor do texto logo após o trecho ou parágrafo copiado e indicar o local de origem;
  • Deverá entrar em contato com o autor através do formulário de contato disponível na página “Sobre” e informar ao autor a página c0ntendo o trecho copiado;

Temos uma equipe de assessoria jurídica pronta para defender nossos artigos, baseando-se na Lei de Direitos Autorais, que seguem destacados os principais trechos relacionados à reprodução de conteúdo literário abaixo:

LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998.

Altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais e dá outras providências.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Título I

Disposições Preliminares

Art. 1º Esta Lei regula os direitos autorais, entendendo-se sob esta denominação os direitos de autor e os que lhes são conexos.

Art. 2º Os estrangeiros domiciliados no exterior gozarão da proteção assegurada nos acordos, convenções e tratados em vigor no Brasil.

Art. 5º Para os efeitos desta Lei, considera-se:

I – publicação – o oferecimento de obra literária, artística ou científica ao conhecimento do público, com o consentimento do autor, ou de qualquer outro titular de direito de autor, por qualquer forma ou processo;

IV – distribuição – a colocação à disposição do público do original ou cópia de obras literárias, artísticas ou científicas, interpretações ou execuções fixadas e fonogramas, mediante a venda, locação ou qualquer outra forma de transferência de propriedade ou posse;

VII – contrafação – a reprodução não autorizada;

X – editor – a pessoa física ou jurídica à qual se atribui o direito exclusivo de reprodução da obra e o dever de divulgá-la, nos limites previstos no contrato de edição;

Título II

Das Obras Intelectuais

Capítulo I

Das Obras Protegidas

Art. 7º São obras intelectuais protegidas as criações do espírito, expressas por qualquer meio ou fixadas em qualquer suporte, tangível ou intangível, conhecido ou que se invente no futuro, tais como:

I – os textos de obras literárias, artísticas ou científicas;

II – as conferências, alocuções, sermões e outras obras da mesma natureza;

XI – as adaptações, traduções e outras transformações de obras originais, apresentadas como criação intelectual nova;

Título III

Dos Direitos do Autor

Capítulo I

Disposições Preliminares

Art. 22. Pertencem ao autor os direitos morais e patrimoniais sobre a obra que criou.

Capítulo II

Dos Direitos Morais do Autor

Art. 24. São direitos morais do autor:

I – o de reivindicar, a qualquer tempo, a autoria da obra;

II – o de ter seu nome, pseudônimo ou sinal convencional indicado ou anunciado, como sendo o do autor, na utilização de sua obra;

III – o de conservar a obra inédita;

IV – o de assegurar a integridade da obra, opondo-se a quaisquer modificações ou à prática de atos que, de qualquer forma, possam prejudicá-la ou atingi-lo, como autor, em sua reputação ou honra;

V – o de modificar a obra, antes ou depois de utilizada;

VI – o de retirar de circulação a obra ou de suspender qualquer forma de utilização já autorizada, quando a circulação ou utilização implicarem afronta à sua reputação e imagem;

VII – o de ter acesso a exemplar único e raro da obra, quando se encontre legitimamente em poder de outrem, para o fim de, por meio de processo fotográfico ou assemelhado, ou audiovisual, preservar sua memória, de forma que cause o menor inconveniente possível a seu detentor, que, em todo caso, será indenizado de qualquer dano ou prejuízo que lhe seja causado.

§ 1º Por morte do autor, transmitem-se a seus sucessores os direitos a que se referem os incisos I a IV.

§ 2º Compete ao Estado a defesa da integridade e autoria da obra caída em domínio público.

§ 3º Nos casos dos incisos V e VI, ressalvam-se as prévias indenizações a terceiros, quando couberem.

Art. 27. Os direitos morais do autor são inalienáveis e irrenunciáveis.

Capítulo III

Dos Direitos Patrimoniais do Autor e de sua Duração

Art. 28. Cabe ao autor o direito exclusivo de utilizar, fruir e dispor da obra literária, artística ou científica.

Art. 29. Depende de autorização prévia e expressa do autor a utilização da obra, por quaisquer modalidades, tais como:

I – a reprodução parcial ou integral;

II – a edição;

III – a adaptação, o arranjo musical e quaisquer outras transformações;

IV – a tradução para qualquer idioma;

V – a inclusão em fonograma ou produção audiovisual;

VI – a distribuição, quando não intrínseca ao contrato firmado pelo autor com terceiros para uso ou exploração da obra;

VII – a distribuição para oferta de obras ou produções mediante cabo, fibra ótica, satélite, ondas ou qualquer outro sistema que permita ao usuário realizar a seleção da obra ou produção para percebê-la em um tempo e lugar previamente determinados por quem formula a demanda, e nos casos em que o acesso às obras ou produções se faça por qualquer sistema que importe em pagamento pelo usuário;

VIII – a utilização, direta ou indireta, da obra literária, artística ou científica, mediante:

a) representação, recitação ou declamação;

Capítulo IV

Das Limitações aos Direitos Autorais

Art. 46. Não constitui ofensa aos direitos autorais:

I – a reprodução:

a) na imprensa diária ou periódica, de notícia ou de artigo informativo, publicado em diários ou periódicos, com a menção do nome do autor, se assinados, e da publicação de onde foram transcritos;

b) em diários ou periódicos, de discursos pronunciados em reuniões públicas de qualquer natureza;

II – a reprodução, em um só exemplar de pequenos trechos, para uso privado do copista, desde que feita por este, sem intuito de lucro;

III – a citação em livros, jornais, revistas ou qualquer outro meio de comunicação, de passagens de qualquer obra, para fins de estudo, crítica ou polêmica, na medida justificada para o fim a atingir, indicando-se o nome do autor e a origem da obra;

IV – o apanhado de lições em estabelecimentos de ensino por aqueles a quem elas se dirigem, vedada sua publicação, integral ou parcial, sem autorização prévia e expressa de quem as ministrou;

V – a utilização de obras literárias, artísticas ou científicas, fonogramas e transmissão de rádio e televisão em estabelecimentos comerciais, exclusivamente para demonstração à clientela, desde que esses estabelecimentos comercializem os suportes ou equipamentos que permitam a sua utilização;

Título IV

Da Utilização de Obras Intelectuais e dos Fonogramas

Capítulo I

Da Edição

Art. 53. Mediante contrato de edição, o editor, obrigando-se a reproduzir e a divulgar a obra literária, artística ou científica, fica autorizado, em caráter de exclusividade, a publicá-la e a explorá-la pelo prazo e nas condições pactuadas com o autor.

Parágrafo único. Em cada exemplar da obra o editor mencionará:

I – o título da obra e seu autor;

II – no caso de tradução, o título original e o nome do tradutor;

III – o ano de publicação;

IV – o seu nome ou marca que o identifique.

Capítulo II

Das Sanções Civis

Art. 102. O titular cuja obra seja fraudulentamente reproduzida, divulgada ou de qualquer forma utilizada, poderá requerer a apreensão dos exemplares reproduzidos ou a suspensão da divulgação, sem prejuízo da indenização cabível.

Art. 103. Quem editar obra literária, artística ou científica, sem autorização do titular, perderá para este os exemplares que se apreenderem e pagar-lhe-á o preço dos que tiver vendido.

Parágrafo único. Não se conhecendo o número de exemplares que constituem a edição fraudulenta, pagará o transgressor o valor de três mil exemplares, além dos apreendidos.

Art. 104. Quem vender, expuser a venda, ocultar, adquirir, distribuir, tiver em depósito ou utilizar obra ou fonograma reproduzidos com fraude, com a finalidade de vender, obter ganho, vantagem, proveito, lucro direto ou indireto, para si ou para outrem, será solidariamente responsável com o contrafator, nos termos dos artigos precedentes, respondendo como contrafatores o importador e o distribuidor em caso de reprodução no exterior.

Art. 105. A transmissão e a retransmissão, por qualquer meio ou processo, e a comunicação ao público de obras artísticas, literárias e científicas, de interpretações e de fonogramas, realizadas mediante violação aos direitos de seus titulares, deverão ser imediatamente suspensas ou interrompidas pela autoridade judicial competente, sem prejuízo da multa diária pelo descumprimento e das demais indenizações cabíveis, independentemente das sanções penais aplicáveis; caso se comprove que o infrator é reincidente na violação aos direitos dos titulares de direitos de autor e conexos, o valor da multa poderá ser aumentado até o dobro.

Art. 106. A sentença condenatória poderá determinar a destruição de todos os exemplares ilícitos, bem como as matrizes, moldes, negativos e demais elementos utilizados para praticar o ilícito civil, assim como a perda de máquinas, equipamentos e insumos destinados a tal fim ou, servindo eles unicamente para o fim ilícito, sua destruição.

Art. 107. Independentemente da perda dos equipamentos utilizados, responderá por perdas e danos, nunca inferiores ao valor que resultaria da aplicação do disposto no art. 103 e seu parágrafo único, quem:

I – alterar, suprimir, modificar ou inutilizar, de qualquer maneira, dispositivos técnicos introduzidos nos exemplares das obras e produções protegidas para evitar ou restringir sua cópia;

II – alterar, suprimir ou inutilizar, de qualquer maneira, os sinais codificados destinados a restringir a comunicação ao público de obras, produções ou emissões protegidas ou a evitar a sua cópia;

III – suprimir ou alterar, sem autorização, qualquer informação sobre a gestão de direitos;

IV – distribuir, importar para distribuição, emitir, comunicar ou puser à disposição do público, sem autorização, obras, interpretações ou execuções, exemplares de interpretações fixadas em fonogramas e emissões, sabendo que a informação sobre a gestão de direitos, sinais codificados e dispositivos técnicos foram suprimidos ou alterados sem autorização.

Art. 108. Quem, na utilização, por qualquer modalidade, de obra intelectual, deixar de indicar ou de anunciar, como tal, o nome, pseudônimo ou sinal convencional do autor e do intérprete, além de responder por danos morais, está obrigado a divulgar-lhes a identidade da seguinte forma: (…)

Sem mais,

 

Atenciosamente

Carlos Eduardo do Val

Ano velho, tema novo!

Bem-vindos ao novo Orgulho Geek!

Após um domingo perturbado tentando ajustar o site a um erro de plugin, descobrimos que era mais fácil trocar de visual, então, apresentamos o Orgulho Geek com sua nova política de reviews, previews, focando muito mais em entretenimento e menos mimimi.

Alguns elementos ainda faltam entrar nos eixos, mas eu, Kaduzera, estou me empenhando ao máximo para isso!

Esperamos que vocês curtam o visual, aproveitem ao máximo nossos recursos e continuem nos prestigiando!

Ideologias vs. respeito e liberdade de escolha: despedida das comunidades livres

Este post não trata de notícias, informações úteis, dicas ou críticas.

Após toda essa baixaria envolvendo Stallman, Ubuntu e as escolhas que a Canonical faz, estou colocando um hiato, ou quem sabe um ponto final em minhas relações com as comunidades livres.
A liberdade de escolha não é levada a sério.

Chega de dizerem o que eu devo fazer ou deixar de fazer. A minha liberdade inclui a liberdade de escolher a distro que melhor atende aos meus requisitos, assim como a liberdade que tenho de indicar aquilo que eu achar melhor baseado nas necessidades das pessoas que eu conheço.

Durante três anos, dediquei parte de meus dias a estudar o Ubuntu, adotar práticas sustentáveis, colaborar com a comunidade ao escrever dois livros “Ubuntu – Guia do Iniciante”, palestrar em alguns eventos de Software Livre e compartilhar a minha visão do que atende às necessidades da maioria dos usuários que querem sair do Windows, mas sem lhes causar um impacto negativo.Adotei o software livre como uma opção de inclusão social, mas nunca fui um defensor ferrenho de tudo aquilo que os mais fanáticos (sim, fanáticos. O Universo do Software Livre está cheio deles) defendem. Defendo Software Livre e BOM. Software Livre que faça aquilo que ele se compromete a fazer de forma completa. Nada que precisasse ter um tratamento secundário me faz parar para apreciar. Nada que precise de “workarounds” me apetece.

Um software não basta ser livre se ele não pode ser excelente naquilo que se propõe a fazer. De nada adianta o Software ser Livre, se não vai atender às necessidades mais comuns dos usuários. Se não possui um atrativo que vai além da ideologia. Usuário usa programa, não precisa consertar código. Isso é trabalho de desenvolvedor e estudante. De nada adianta o software ser livre se a placa de vídeo não funciona como ela foi projetada para funcionar. Esse tipo de software livre eu sequer faço questão de indicar.Não vejo um mundo ideal onde islâmicos assassinam cristãos, tampouco onde um homem que se diz defensor da liberdade convoque seus “suditos” a se levantarem contra algo que persegue os mesmos ideais.

Cansei de todo esse comportamento arrogante, mesquinho e egoísta presente nas comunidades de software livre, onde pessoas se acham dona da verdade e expõem seus “amigos”, e os ridicularizam, assim como Alexandre Oliva tentou (em vão) me expor no IV Encontro de Software Livre de Ilha Solteira (SP).

No dia em que as pessoas dentro das comunidades livres se respeitarem e respeitarem o próximo, as escolhas do próximo, eu posso pensar em voltar a trabalhar em prol de seus ideais. Enquanto isso, vou escolher aquilo que eu achar que é melhor para mim, preservar a minha liberdade de escolha e a minha sanidade.

Voltemos a programação normal.

Atenciosamente

Carlos “Kadu” Eduardo do Val

Ser blogueiro não é brincadeira de criança (NSFW)

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O OrgulhoGeek é um blog que, embora se chame OrgulhoGeek desde 2010, está no ar desde 2007, quando eu ainda comecei a me interessar mais pelo mundo da TI. Comecei o blog com o nome de KaduBlog no Blogger e mudei o nome do blog para “O Pirata Digital”, afinal, não era sobre “As aventuras do Kadu”, mas sim, sobre tecnologia, cinema, TV e música e em 2008 migrei para o WordPress.com. Já em 2012, mudei o blog para um server pago no e-Consulters.

Durante todos esses anos, posso ter a consciência tranquila que, se eu não criei um determinado conteúdo, ele foi (a) – Criado à partir de conhecimentos técnicos, estudos e/ou experimentos, (b) – Adaptado com meu ponto de vista e citando a fonte da notícia, ou (c) – Traduzido e adaptado do idioma inglês com meus poucos conhecimentos, mas suficientes, desta língua para isso.

Nessa semana, mais precisamente no dia 26 de Julho às 0:08 eu publiquei um artigo adaptado do Kotaku americano, que, por sua vez, havia colhido a notícia do site AllThingsD. Li a notícia, absorvi o conteúdo, adicionei conhecimentos adquiridos e itens de artigos anteriores para que a notícia fosse mais completa. Um trabalho e tanto. Coisa que faço por prazer, porque gosto, mas que dá trabalho.

O incidente da cópia e a… bem…veja por si

Alguém então passou pelo OrgulhoGeek e falou: ” – Nossa! Essa notícia ficaria ótima no meu site…” e copiou, na íntegra, incluindo imagens e links, todos o conteúdo do artigo. As imagens estavam sendo linkadas direto do servidor PAGO do OrgulhoGeek, chupinhando nosso consumo de transferência, e o dono do blog sequer teve o trabalho de colocar no final do artigo “Copiado na Íntegra do OrgulhoGeek”. Sendo assim, tive que fazer este favor. Confira (NSFW):

É lógico eu tive de alterar a imagem que estava no artigo do OrgulhoGeek para enviar esta imagem, e detalhe: essa imagem não estava com a mancha escura e as marcas. Quando o sujeito copiou nosso artigo, copiou as imagens e os links para as imagens em nosso servidor. O trabalho foi simples: renomeei a foto do artigo e enviei uma nova imagem para o blog com o nome antigo e conteúdo “indesejável”. Confira nosso artigo abaixo:

Claro que antes de fazer essa “barbaridade“, eu solicitei que a pessoa removesse o conteúdo de seu blog através de comentário e de recado pelo Facebook e aguardei 15 minutos. Depois da M feita, a pessoa respondeu por email com a seguinte mensagem:

Pronto Sr Kadu, prometo que da próxima vez serei mais atencioso com minhas postagens. Garanto que não esquecerei de colocar as fontes ou pelo menos deixar um link como referencia. Grato pela atenção

Não é a primeira vez que fazem isso com artigos do OrgulhoGeek. Sou o único a escrever nesse blog, tenho um trabalho danado para criar conteúdo, como tutoriais completos sobre Windows (até 2010), Hackintosh (até 2009) e Ubuntu (desde 2008), adaptar conteúdo de língua estrangeira e escrever dois livros, para ver meu trabalho ser copiado, colocado em outros lugares e depois o OrgulhoGeek acabar levando fama de “kibão”? #Cansei!

Sempre prezei para que este blog trouxesse conteúdo de qualidade para seus quase 1000 visitantes diários e vou continuar fazendo isso enquanto puder.

Kadu