Primeiras Impressões: O Hobbit – Uma jornada inesperada

 Para quem viveu em uma caverna nos últimos anos, O Hobbit foi definitivamente um dos filmes mais esperados de 2012 pela comunidade nerd/geek. O Hobbit: Uma Jornada Inesperada é a primeira parte da trilogia que traz aos cinemas a adaptação do livro de J.R.R. Tolkien – O Hobbit. Um livro infanto-juvenil de 1937, ganhador de diversos prêmios e que vem despertando o interesse de muitos jovens até hoje.

O filme teve sua aguardada estreia no dia 14 de dezembro 2012. E é claro que como um fanático pela literatura de Tolkien eu não pude ficar de fora. E como foi bom estar de volta à Terra Média para mais uma aventura.

Em um buraco no chão vivia um hobbit…

A primeira vista, percebe-se que O Hobbit tem como público alvo pessoas que de alguma forma tenham interesse pelo universo fantástico de Tolkien. Dentro deste grupo seleto existem aqueles que estão procurando apenas um bom filme de ação/aventura que siga a mesma linha da trilogia apresentada em O Senhor dos Anéis e existem também aqueles que buscam uma boa adaptação ao livro. Acredito que o filme seja uma fonte de entretenimento satisfatória para esses dois grupos.

O Filme nos presenteia logo de inicio com as paisagens belíssimas da Nova Zelândia (que por mim deveria somente ser chamada de Terra Média).

O Hobbit dirigido por Peter Jackson é uma obra de arte que utiliza de seus 170 minutos de duração para te surpreender a cada momento. Sim o filme é longo, mas vale ressaltar que essas três horas  foram sabiamente utilizadas pelo diretor. Embora alguns achem essa “gordurinha” dispensável, eu prefiro ver isso como um presente extremamente gratificante (Prefiro enxergar o copo meio cheio e não o contrário).

O visual do filme está excelente, as paisagens o cenário, a caracterização dos personagens. O áudio também não desaponta em momento algum e acrescenta sempre aquele tom épico no decorrer da aventura. Todos os elementos se encaixam perfeitamente para proporcionar aquela ambientação magnifica que foi vista primeiramente em OSdA.

O desenrolar da estória prende sua atenção a todos os detalhes, mas ao mesmo tempo ocorre de forma suave, te conduzindo a cada acontecimento e a sensação predominante é de pura excitação. Todos os elementos do filme juntos colaboram para formar uma experiência multimídia muito intensa. Apesar de nosso amigo PJ ter utilizado de alguns artifícios cinematográficos para deixar a estória mais dinâmica, em nenhum momento isso atrapalha o andamento da trama e ao final de tudo nós somos imensamente recompensados com o resultado escolhido.

Só quem sentiu a emoção dos anões cantando durante essa cena sabe descrever como foi:

 

 

Tenho que admitir que a qualidade do 3D me surpreendeu bastante e de certa forma foi satisfatória em um primeiro momento. Infelizmente não pude assistir ao filme a 48 quadros por segundo, tenho certeza que isso teria aumentado consideravelmente a imersão.

O filme basicamente se resume a isso, uma excelente adaptação de um excelente livro. Desde o início eu já sabia que o Peter Jackson não nos desapontaria, afinal assim como nós ele também é um amante da literatura tolkieniana.

Para tudo aquilo que foi esperado, foi nos dado um pouco mais. Posso dizer que estou completamente satisfeito com o resultado final e ainda mais ansioso para os próximos lançamentos. O Hobbit: Uma viagem inesperada, foi uma amostra da qualidade que podemos esperar para os próximos filmes.

Sinopse: A aventura segue a jornada de Bilbo Bolseiro, que é levado à épica missão de retomar a posse do reino dos anões, Erebor, do dragão Smaug. Abordado inesperadamente pelo mago Gandalf, o Cinzento, Bilbo se encontra no meio de treze anões liderados pelo guerreiro Thorin Escudo-de-Carvalho. A jornada os levará ao desconhecido, por terras repletas de Goblins e Orcs, lobos selvagens, aranhas gigantes, metamorfos e feiticeiros.

Apesar de sua missão estar no leste, nas desoladas terras da Montanha Solitária, primeiro eles devem passar pelos túneis dos Goblins, onde Bilbo encontra a criatura que mudará sua vida para sempre, Gollum.

Aqui, sozinho com Gollum, às margens de um lago subterrâneo, o discreto Bilbo Bolseiro não apenas descobre sua astúcia e coragem, mas toma posse do “precioso” anel de Gollum, um objeto com inesperadas qualidades. Um simples anel que muda o destino da Terra Média de formas que Bilbo não consegue nem começar a compreender.

O Hobbit sem sobra de dúvida é um filme que vai ficar marcado na memória de muitas pessoas. A sensação que tive ao sair do cinema foi um mix de sentimentos, de pensamentos borbulhando na minha imaginação fértil que simulava possibilidades infinitas de aventuras naquele mundo maravilhoso. Essa sensação se assemelha muito com a que tive ao assistir O Senhor dos Anéis pela primeira vez. E tudo que se espera ao término do filme, é poder voltar para lá outra vez.

A data de lançamento dos próximos filmes já foi confirmada. O Segundo filme (O Hobbit – A Desolação de Smaug) está agendado para o dia 13 de dezembro de 2013, e o encerramento da trilogia (O Hobbit – Lá e de Volta Outra Vez) será visto nos cinemas no dia 18 de julho de 2014.

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2 comentários em “Primeiras Impressões: O Hobbit – Uma jornada inesperada”

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